sábado, 16 de novembro de 2013

Descrição e audiodescrição

                         Descrição e Audiodescrição

    “ A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em eventos culturais, gravados ou ao vivo, como peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras musicais, óperas, desfiles, espetáculos de dança, eventos turísticos, esportivos, pedagógicos e científicos tais como aulas, seminários, congressos, palestras, feiras e outros, por meio de informação sonora.”  (Lívia Motta)
     Na escola, o professor pode fazer esse trabalho sem necessitar de equipamentos sofisticados. Ele vai descrevendo as situações que estão acontecendo na sala de aula ou na escola, dando oportunidade ao aluno com deficiência visual vivenciar de forma mais real tudo o que está a sua volta. Outros alunos também podem auxiliar o professor nessa atividade, pois a audiodescrição beneficia tanto quem escuta como quem descreve, pois aperfeiçoa sua observação, trabalha a linguagem oral e o faz se sentir útil ao saber que está ajudando a eliminar barreiras e tornando a vida de algumas pessoas cada vez melhor.
     Existem hoje vários sites que apresentam o recurso da audiodescrição. Escolhi “Filmes que voam” pela variedade de recursos que podem ser trabalhados com todos os públicos. Nele encontramos os filmes com audiodescrição como: O Girassolzinho, Que sapatinhos lindos!, Julieta de bicicletas e outros, além de um ambiente específico para as pessoas com deficiência visual navegarem. Vale a pena conferir!

 www.filmesquevoam.com.br                        

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

JOGOS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

 
                                                        JOGO  DA  MEMÓRIA
      Através das atividades lúdicas pedagógicas, as pessoas, principalmente as crianças com deficiência ou não, desenvolvem o senso de organização, o espírito crítico e competitivo, o respeito mútuo, além de aprenderem e fixarem conteúdo com mais facilidade. Diante da variedade de jogos, selecionei um clássico, mas que apresenta diversas formas de aplicabilidade para pessoas com deficiência intelectual.
     O jogo da memória é um jogo formado por peças que apresentam uma figura em um dos lados. Cada figura se repete em duas peças diferentes. As regras são simples e de fácil compreensão. São elas: Embaralhar as peças; Organizar as peças com os desenhos para baixo, em fileiras com a mesma quantidade; Decidir a ordem de cada jogador; O jogador levanta duas peças de modo que todos os outros possam visualizar; Quando levantar peças iguais, o jogador forma pares e fica com ele;  Quando formar par, o jogador tem direito de jogar outra vez; Quando não consegue levantar peças iguais, o jogador deve colocá-la na posição original; Ganha o jogador que formar mais pares.
     Nas pessoas com deficiência intelectual, o jogo da memória servirá para desenvolver a curiosidade, estimular o raciocínio e a memória, desenvolver a linguagem, pensamento e concentração, trabalhar a iniciativa e a autoconfiança e auxiliar no processo de integração e socialização.
     O professor poderá utilizar-se desse jogo para trabalhar o aluno em diversas áreas como Linguagem, Leitura, Escrita, Matemática, Ciências, Cultura e Sociedade. Poderá fazer também as mais variadas intervenções, como por exemplo, questioná-lo sempre sobre o conteúdo do jogo, as estratégias utilizadas pelo mesmo para vencer, enfim, estar sempre conversando sobre tudo o que está no contexto do jogo para que oralizando, o aluno consiga internalizar e se apropriar do conteúdo trabalhado no mesmo.
 
 

sábado, 7 de setembro de 2013


                      O USO DA TECNOLOGIA  ASSISTIVA  PARA PESSOAS COM           

                                                     PARALISIA CEREBRAL

                 
 
        

     A aranha-mola é um recurso da tecnologia assistiva usada para estabilizar ou auxiliar nos movimentos de pessoas com deficiência física nas atividades em que utilizam lápis, caneta ou pincel. É feito com um arame revestido onde os dedos e a caneta, o lápis ou o pincel são encaixados.

     Com este recurso, o aluno poderá escrever, desenhar e pintar, aumentando assim o número de atividades que ele pode realizar. É válido lembrar que este recurso poderá ser utilizado em qualquer lugar que a pessoa for, pois é fácil de transportar, por ser pequeno e leve.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

AEE_Fechamento_Silvia


                                 AEE- Fechamento-Silvia

 

     O professor do AEE tem um papel fundamental, é ele quem fará o elo entre o aluno com deficiência e o restante da escola. Desde o momento da matrícula, o professor da SRM acolhe o aluno e daí em diante se tornará mediador da socialização e aprendizagem do mesmo. Junto com o professor da sala comum, busca alternativas em metodologias e materiais que garantam a acessibilidade do aluno ao conteúdo ministrado nas aulas. É também papel do professor do AEE  garantir que o aluno com deficiência esteja realmente incluído, exigindo da escola adequações físicas e pedagógicas. 

     De modo especial, na SRM, o papel do professor se volta para a individualidade de cada aluno. É ele quem elabora e produz recursos pedagógicos e de acessibilidade, identifica as necessidades e habilidades do aluno para elaborar o plano de AEE e definir o tipo de atendimento do aluno, executa o plano de AEE, organiza o tipo e o número de atendimento, acompanha a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos utilizados na sala e em outros ambientes da escola, bem como orienta as famílias e os colegas de turma quanto ao uso desses recursos. Também é papel do professor de AEE avaliar junto ao professor da sala comum se os serviços e recursos estão garantindo a participação do aluno nas atividades escolares.

     Para que o professor de AEE alcance seus objetivos é necessário um trabalho de conhecimento e partilha entre professor, aluno, família, professor da sala comum, outros profissionais da escola e profissionais que fazem o acompanhamento desse aluno. É aí que entra o ESTUDO DE CASO, essencial para o desenvolvimento e sucesso desse trabalho. É no estudo de caso que conhecemos a história do aluno, suas necessidades, habilidades, dificuldades e potencialidades, facilitando assim a elaboração do Plano de AEE.

     Depois do Estudo de Caso é hora de elaborar o Plano do AEE. É nesse plano que se estabelece ações que serão desenvolvidas com o objetivo de atender as necessidades do aluno. Com atividades bem elaboradas, material pedagógico bem selecionado e boas parcerias, com certeza o aluno terá seu desenvolvimento e aprendizagens garantidos. Assim podemos concluir que o Plano do AEE é o instrumento norteador do trabalho do professor e a garantia do sucesso do aluno na escola.

 

 

 

    

 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Pesquisa sobre Educação Especial



Na pesquisa sobre Educação Inclusiva encontrei o Projeto DIVERSA (educação inclusiva na prática), uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes em parceria com o Ministério da Educação e outras organizações comprometidas com o tema. O projeto DIVERSA é uma plataforma que tem por objetivo apresentar estudos e experiências exitosas sobre o tema. Funciona como um local de trocas de experiências entre educadores, gestores de instituições educacionais e outros profissionais interessados no assunto.
O endereço é http://diversa.org.br

Coletânea sobre Educação Inclusiva

Para os interessados em Educação Inclusiva, a dica é a coleção: "A Educação Especial na Perspectiva da Educação Escolar ", uma parceria entre a UFC e o MEC. Vale a pena conferir.

  • Fasc_01_-_A_escola_comum_inclusiva 

 

  • Fasc_02_-_O_AEE_para_alunos_com_deficiência_intelectual 

 

  • Fasc_03_-_Os_alunos_com_deficiência_visual_baixa_visão_e_cegueira 

 

  • Fasc_04_-_Abordagem_bilíngue_na_escolarização_de_pessoas_com_surdez 

 

  • Fasc_05_-_Surdocegueira_e_deficiência_múltipla 

 

  • Fasc_06_-_Recursos_pedagógicos_acessíveis_e_comunicação_aumentativa 

 

  • Fasc_07_-Orientação_e_mobilidade,_adequação_postural_e_acessibilidade 

 

  • Fasc_08_-_Livro_Acessível_e_informática_acessível 

 

  • Fasc_09_-_Transtornos_globais_do_desenvolvimento 

 

  • Fasc_10_-_Altas_habilidades_-_Superdotação

FONTE:  http://portal.mec.gov.br

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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Cursos a distância, a tecnologia a serviço da educação


Cursos a distância, a tecnologia a serviço da educação

Silvia Helena Lopes de Oliveira

Fortaleza, 26/04/13

É cada vez mais comum vermos ofertas de cursos a distância, seja ele de nível médio, superior, de pós-graduação ou técnico. Esses cursos tem muitas vantagens como a diminuição de gastos, distância e tempo, mas é preciso  procurar conhecer bem a organização do curso para que o prático não traga um prejuízo futuro.

Existem vários tipos de cursos a distância, alguns mais presenciais, outros mais on-line, alguns totalmente virtuais , uns com mais interação entre os participantes , outros menos, enfim, não existe um modelo padronizado para esse tipo de ensino, lembrando também que estamos numa fase experimental desse modelo de fazer educação e todas as tentativas de melhor organizá-lo são válidas.

Como nos cursos presenciais, o curso a distância requer organização, um currículo bem elaborado , material pedagógico de qualidade, professores dinâmicos e alunos bem comprometidos, já que terão que ter disciplina para organizar seus horários de estudo e, aproveitar tudo o que o curso lhe oferece.

É importante também nos cursos a distância, a integração dos espaços presencial e virtual, porque enquanto o virtual fornece o material para a formação acadêmica, o presencial estreita os laços de relacionamento entre os participantes do curso, para que ao final do mesmo, deixe vínculos criados para trocas de experiências.